Pela
janela de minha prisão
Vejo
o tempo passar.
Não
canso de esperar
Um
rosto conhecido,
Um
olhar querido...
No
entanto, sorrindo deixo
Que
lágrimas se escondam
Dentro
de minha alma.
Um
soluço emudece minha garganta
Numa
falsa calma
Sussurrando
em meus ouvidos
A
balada noturna dos desejos,
Numa
canção de sonhos confusos.
A
ilusão se desfez em pó...
A
minha grande dor,
Entre
tantos medos
É
viver pra sempre tão só...
1986
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