sexta-feira, 17 de maio de 2013

A eles, o vento...


Meu coração é gigante no amor,
Mas silencioso como o vento,
Aos homens que nele orbitam,
Minha gratidão, infinitamente, habita!

Não aceito viver só.
Àqueles que vão me consentir:
Peço piedade aos pobres desvalidos!
Por eles, me divido, me multiplico,
E zelosa, me purifico, me santifico!

Corre o vento, passa a vida
Passam homens, gestos, guaritas...

2010

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