Que minha
seriedade seja moldada
No cultivo de minhas bobagens
Sem elas não vivo, sem elas sou nada
No cultivo de minhas bobagens
Sem elas não vivo, sem elas sou nada
Na incerteza
de meus princípios...
Meu mundo parece
irracional,
Pois insisto em viver de sentimentos
Pois insisto em viver de sentimentos
Só assim,
meu caminho reafirmo
E sigo trilhando campos ensolarados...
E sigo trilhando campos ensolarados...
Por onde
andei, não levei nada comigo
Somente
meus sapatos embarrados
Que há muito tempo já foram largados
Na soleira desta vida caótica...
Que há muito tempo já foram largados
Na soleira desta vida caótica...
Sigo meu
caminho descalça
Rumando ao
horizonte inevitável!
Há muito deixei para trás o ponto final
E sigo vivendo em reticências...
Há muito deixei para trás o ponto final
E sigo vivendo em reticências...
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