E o mar
se ausentou,
Secou
meu encanto,
E teu
amor acabou...
Agora
que é abril,
Segui a
trilha
Do meu
espanto
Por
permitir este amor...
De tua fonte pensava
Jorrar esperança e acalanto.
Percebi tarde demais
Não era água, nem nada,
Era só pranto...
Agora
que estou febril,
E de uma
vez por todas
De ondas
morro em mim...
Morre
minha carne
E em
gestos cálidos feneço
Cantando
como mórbida sereia
Entre as
dores de abril...
2010
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